sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Albuquerque ,Luis -«A Nautica e a Ciência em Portugal»
Albuquerque ,Luís- «Duvidas e Certezas na História dos Descobrimentos»
Blanrue,Eric- «Christophe Colomb n’a pas decouvert l’Amerique»
Chaunu,Paul- «Les routes Espagnoles de L’Atlantique»
Cortesão ,Jaime -«Os Descobrimentos Portugueses» Estorach -«Colon y su Secreto»
Fitzhugh-«The North Atlantic Saga»
Fonseca,Quirino -«As Origens da Caravela Portuguesa»
Fonseca,Senos –«Nas rotas dos Bacalhaus»
Galvão ,António –«Tratado dos Descobrimentos»
Hayoo,Jonh -«Historical Atlas Of The Vickings»
Ingstada -«The Vickings Discovery America»
Johnson e Nurminem - «Viagens Marítimas»
Landstrom -«A Caminho da índia»
Menzies,Gavin-« O ano em que a China Descobriu o Mundo»
Nebenzhal-«Atlas de Cristophe Colomb et des Grandes Découvertes»»
Peres,Damião «História dos Descobrimentos Portugueses»
Varela ,Consuelo -« Cristobal Colon de Corsário a Almirante»
SEnos da Fonseca(Agosto 2009)
quarta-feira, 5 de agosto de 2009

A Caravela dos Descobrimentos
Nenhum barco como a Caravela Portuguesa teve maior importância e papel de destaque na epopeia dos Descobrimentos como aquele tipo de embarcação que foi o primeiro barco á vela concebido para bolinar em ângulos suficientemente fechadas,capaz de fazer ganhar barlavento,como nenhum outro até ali .Era uma embarcação relativamente fina se comparada com as bojudas embarcações da época, equipada com vela triangulares latinas. Admite-se que a caravela dos Descobrimentos seja uma evolução da Caravela Pescarezza (um extraordinário barco costeiro e oceânico ,que prestava excelentes serviços aos pescadores da costa atlântica) que teria derivado do cárabo árabe[1] .(Quirino da Fonseca)
E teriam sido as gentes algarvias que depois da reconquista começariam a aprender com os árabes que por aqui ficaram - a quem terá sido concedida extensa liberdade de acção[2]- as técnicas de construção de embarcações do alto.
O Cárabo árabe precursor da Caravela Portuguesa
Teria sido precisamente no Algarve que o «cárabo» perderia a cobertura impermeável de pelaria, substituindo-a por técnica mais consentânea com a sustentação da forma, aplicando produtos, tipo linho misturados com massame, entre tabuado..
Assim nasceria a caravela esguia, esbelta, capaz de ganhar vento,com excepcional capacidade de manobra já que o arranjo dos panos envergados em dois ou três mastros, equilibrados com o vento, permitiam grande obediência ao comando do leme central ,de porta avantajada.
A Caravela adaptada para os Descobrimentos ,obrigou a algumas alterações das obras mortas- muito baixas á frente elevando para ré com o castelo de comando; teria sido certamente equipada com alojamentos, havendo nelas, já cobertas para abrigo dos navegantes.
CARAVELAS
De seus tipos salienta-se a de dois mastros como a mais ágil e fácil de manobrar, necessitando de pouco pessoal para a sua navegação. O homem do leme nela, nela, estava protegido dos elementos agrestes da natureza, o que era muito importante para as grandes viagens.
Deve dizer-se que as caravelas pescarezzas tinham, a partir do segundo quartel do séc. XIV, atravessado o Atlântico para ir pescar bacalhau nos mares do norte. Eram especialmente construídas na Calle de S.João,em Aveiro, em estaleiros aí instalados.

Caravela em Carenagem
Embarcações de 80 a100 toneis, tinham a curiosa particularidade de a roda de proa ser muito recurvada, inserindo no seu extremo uma espécie de rabo de peixe fendido – o peixol . Este símbolo era assaz comum em embarcações de pesca mediterrânicas.
A primeira referência a este tipo de barco aparece no reinado de D.Afonso III, que segundo Alberto Iria ,os portugueses teriam encontrado aquando da reconquista do Algarve ,em Xacrabe (Sagres) e outros locais.
Então, admitem diversos autores, estes tipos de barcos,com maiores ou menores modificações,teriam sido as primeiras utilizadas nos ensaios marítimos ordenados pelo Infante D.Henrique. E muito mais tarde é-nos relatado que «uma caravela alfamista, teria feito a viagem à Índia» o que demonstra a enorme capacidade de marear deste tipo de embarcação. Claro que provavelmente mantendo a linha de casco,quer a introdução das cobertas quer a evolução das velas para panos latinas ,começaram a ocorrer perante conhecimentos que exigiriam novas necessidades.
De entre todas as evoluções merece particular atenção a vela latina.
A vela quadrada teria aparecido no mar da china tendo perdurado até data recente .O Almirante Gago Coutinho exprime a opinião da vela latina existir há milhares de anos, no Índico.
Mas cedo se percebeu que a vela triangular permitia baixar o centro de fgravidade da embarcação conferindo-lhe melhores prestações. Por outro lado era de fácil e rápido manejo. E podendo ser deslocada pela posição do invergue, permitia ajustar o centro vélico ,especialmente apropriado para as bolinas.Com estas possibilidades foi permitido afilar as formas,tornando as embarcações mais finas ,diminuindo a superfície molhada,concedendo-lhes maior rapidez e capacidade de manobra.

A fácil transformação da vela latina em pano redondo .
O calado diminuiu possibilitando navegação em águas baixas ou até o seu encalhe fácil,na praia.
Na construção destas embarcações o pinho foi a madeira que existindo em Portugal, se utilizou comummente. Importância fundamental foi a sua ramagem, cuja «tortura de tal maneira curva» permitia extrair as formas do cavername. O tabuado do casco era ligado aos elementos estruturais por peças de madeira mais dura : azinho ,carvalho ou castanho.
Entre o tabuado colocava-se calafeto, de esparta e linho, embebidos num óleo de peixe engrossado; também se usava este óleo de peixe –sill- para proteger a madeira aplicada no casco.
O leme de ampla porta, alinhado com a linha do fundo, era manobrado por auxilio de duas talhas que serviam para fixar o rumo.
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[1] Quirino da Fonseca explica o nome caravela como resultado dos povos algarvios ao verem passar com frequência os cárabos belos árabes, acabariam por a apelidar de carabela
[2] No Algarve segundo Oliveirta Marques continuavam a predominar os mouros e as mourarias e as mesquitas …
sábado, 1 de agosto de 2009
Os juncos – tipo chinês de embarcação – eram ao tempo embarcações de uma tonelagem que espanta, chegando a deslocar cerca de 3.000 ton. Admite-se ,hoje poderem ter até 120 metros de comprimento. Incorporavam já vários decks por onde se distribuíam aposentos em quantidade e qualidade, assombrosas, e envergavam um número notável de velas (oito e nove) nos seus mastros (quatro a oito) de diferente alturas.Estavam equipados com canhões de bronze ou ferro, morteiros e flechas flamejantes, reunindo um poder notável ,que aterrorizaria os adversários(até aparecerem os portugueses).
As anteparas transversais (mas também longitudinais) chegavam a atingir o número impressionante de treze.

Selo comemorativo da «Armada do Tesouro»
As velas – de pendão – eram penduradas em vergas muito flexíveis, e a sua dimensão (área) crescia da ré para o centro da embarcação ,começando a diminuir do centro para a proa. Feitas de bambu entrelaçado ,tinham a particularidade de serem subidas ou arriadas como as persianas chinesas. Estas velas muito resistentes tinham a vantagem de evitar um aparelho fixo, menos pesado. Assim os juncos podiam facilmente navegar, especialmente nos largos e popas.

Gravura mostrando um Junco da Armada
A dimensão impressionante da boca conferia-lhes uma estabilidade notável ;o fundo plano permitia a navegação em águas baixas nas aproximações à costa.
Possuíam imensas cabines, algumas ricamente decoradas e bem fornecidas, especialmente as destinadas para os Embaixadores estrangeiros com varandas debruçadas sobre o mar, sendo normal embarcarem para as grandes viagens milhares de concubinas especialmente treinadas nas artes amorosas, com a finalidade de aliviar «o peso» das viagens.

Construção (reconstituição) de um Junco

As viagens de Zheng teriam ocorrido:
1ª Viagem
1405-1407
Champa, Java, Palembang, Malacca, Aru, Sumatra, Lambri, Ceylon, Kollam, Cochin, Calicut
2ª Viag
1407-1409
Champa, Java, Siam, Cochin, Ceylon
3ª Viag.
1409-1411
Champa, Java, Malacca, Sumatra, Ceylon, Quilon, Cochin, Calicut, Siam, Lambri, Kaya, Coimbatore, Puttanpur
4ª Viag.
1413-1415
Champa, Java, Palembang, Malacca, Sumatra, Ceylon, Cochin, Calicut, Kayal, Pahang, Kelantan, Aru, Lambri, Hormuz, Maldives, Mogadishu, Brawa, Malindi, Aden, Muscat, Dhufar
5ª Viag.
1416-1419
Champa, Pahang, Java, Malacca, Sumatra, Lambri, Ceylon, Sharwayn, Cochin, Calicut, Hormuz, Maldives, Mogadishu, Brawa, Malindi, Aden
6ª Viag.
1421-1422
Hormuz, Africa Oriental epaíses da Peninsula Arábica7ª Viag.
1430-1433
Champa, Java, Palembang, Malacca, Sumatra, Ceylon, Calicut, Hormuz... (17 estados no total


A maqueta da reprodução á escala de um junco da Armada
Na metade do século XV, depois da morte do Imperador Zhu Di a luta entre os Confucianos –adeptos de que a China sendo tão grande e nela havendo de tudo ,não se justificaria ir em busca de novos mundos- e a Administração Eunuca –que pretendia manter as viagense aumentar o comércio externo – exacerbou-se. E tendo vencido a primeira daquelas correntes, a China voltaria a um centralismo ,interrompendo-se o contacto com o mundo exterior. A marinha imperial desorganizou-se, desfez-se, e no ano de 1503 estava reduzida praticamente a nada.
Felizmente para Vasco da Gama, que chegando com os seus frágeis barcos à Índia, terá ficado surpreso por não ter impressionado os indianos que lhe descreveram as naves chinesas que por ali tinham vindo anos antes, como enormes ,comparadas com as naus portuguesas.
A célebre pedra de Dighton que tem feito correr rios de tinta,que o Dr Manuel Luciano da Silva vem tentando ler no sentido de justificar uma mensagem de Corte –Real (que prof.Albuquerque violentamente rejeitou, acusando o aquele estudioso de delírio que o levava a ver o que lá não estava ) encontra novos adeptos pois surgem leituras sobre as inscrições (agora) classificadas(?) como chinesas.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Eram excelentes, as qualidades náuticas das embarcações Vickings: cascos trincados ,muito longos relativamente à boca, dotados de quilha, o que lhes proporcionava uma manutenção do rumo depois de regulada a vela quadrada, com que apesar disso os Drakars e os Knarrs -assim se designavam os principais tipos de embarcações nórdicas -conseguiam bolinar(?) ,em ângulos não muito apertados.

KNARR

Os navios eram concebidos para o comércio costeiro, e por isso eram abertos(sem convés) e amarando na praia, á noite, onde estabeleciam acampamento. Tinham calado baixo.Eram esguios, com óptimas saídas de água devido ás suas linhas onde a popa tinha uma forma recurvada como a proa ,permitindo-lhes navegar nos dois sentidos em locais apertados(rios,enseadas). Utilizavam na construção o carvalho, mas também pinho e a lima.

KNARR (reconstituição)

KNARR com vento da popa
Quando necessitaram de atravessar oceanos, os nórdicos criaram barcos de bordo mais alto, já fechados com convés e porão, onde criaram espaços apropriados para fazer fogo, e assim se poderem alimentar. Estas embarcações podiam aplicar remos para sua deslocação .
A metodologia de construção diferiu das embarcações construídas no mediterrâneo: os cascos eram alinhados primeiro e, só posteriormente, lhes era encostada a ossatura interior(cavernas). O casco trincado era contudo muito resistente, e a utilização de pregaria de cobre aumentava notoriamente a solidez .[1]
sábado, 25 de julho de 2009
S .Brandão e a Baleia
Certo é que hoje sabemos que a partir de 763 dC, uma nova identidade de colonos,mais sedentários (lavradores em procura de terrenos para os seus gados )desembarcaram junto do leito do Sena (Normandia) e pelo litoral oeste da Inglaterra e Irlanda. Havia outros Vickings procurando outras paragens. Em 860,um Drakar (embarcação vicking de alto mar)regressou á Noruega com a notícia da descoberta
Viagens Vickings no Atlântico Norte
de novas terras a oito dias de viagem.Logo outras expedições largaram, comandadas por Floki Vildgerdason ,que de imediato descobriu a Islândia (Terra dos Gelos).E a partir de 870 iniciar-se-ia a colonização ao longo das costas verdejantes daquela ilha.

Vickings na Groenlândia
Depois as Sagas (relatos de tradições orais,muito fortes, a que apenas se deu crédito recentemente depois de investigações arqueológicas que confirmaram a presença daquelas gentes pela Groenlândia) relatam toda esta história de navegações no norte Atlântico,onde surge a figura incontornável de Eric «O Vermelho[1].Seu filho Leif Ericson,«um esplêndido homem do mar » fez então várias viagens comerciais entre a Groenlândia, Escócia e Noruega. E adquirindo um KNARR, sai da Groenlândia,lançando-se para sudoeste à procura de novas terras. Atinge assim as Terras do Lavrador e estabelece-se na Terra Nova (na Hanse aux Meadows). A toda aquela região dá o nome de Vinland (com esta designação liga-se a história de aí terem recolhido umas bagas que verificaram ser uvas de vinho(?) com que carregaram os seus navios). Hoje vários livros estudam e revelam as primeiras Sagas conhecidas :A Saga d’Eric o Vermelho,The Vinland Saga,The Book of the Icelanderse, o célebre código Islandês traduzido por Magnus Magnusson, a Saga de S.Olavo etc.E ainda o Flatteyjarbók, que escrito em 1380 descreve as primeiras viagens à Groenlândia ,e onde é registado o primeiro avistamento da costa americana pelo comerciante - navegadoro, Bjarn, e ainda, as aventuras de Eric «O Ruivo».
Os povos nórdicos navegavam tomando como referência a Polar a que chamavam Leidarstjerne, embora dadas as latitudes onde navegavam,e o facto de os dias serem muito longos,aquela pouco lhes servisse de referência (fora do inicio da Primavera ou Outono). Utilizavam um curioso instrumento o solskuggafol [2] que consistia em um disco flutuando na água contida numa celha, no qual existiam gravados vários círculos concêntricos que correspondiam a vários locais .No centro do disco estava inserido um estilete regulável conforme a época do ano. E era pela sombra do estilete- que variava conforme se navegasse para norte ou para sul -,que se determinava o local que se pretendia atingir .A partir daí era navegar de modo a que a sombra da haste, ao meio dia ,estivesse sempre coincidente com o circulo que assinalava a latitude do local.

O «solskuggafol»
Contudo era o conhecimento visual (rochedos ,promontórios, correntes) que os ajudava a perceber onde estavam só possível por uma rara intuição náutica que transmitiam oralmente, de clã em clã.
Mas estes povos do Norte ,resolveram descer o Atlântico e penetrar no Mediterrâneo, atingindo o do sul de Itália onde se fixaram e estabeleceram colónias normandas.
Colónias Nórdicas no Mediterrâneo
[1] Eric o Vermelho –ver em «as rotas dos Bacalhaus»
[2] No sec XVII e XVIII os marinheiros das ilhas de Fèroe ainda utilizavam este instrumento.
(cont )
segunda-feira, 20 de julho de 2009
As embarcações Árabes[1]
A «Coca de Mataró»: uma embarcação genuinamente do mediterrâneo [3]
O astrolábio Planisférico (1583)
Os muçulmanos fizeram como que a recolha de toda a tecnologia naval do passado mediterrânico, estabelecendo arsenais pelos mais diversos locais : Cádiz, Tiro ,Alexandria, Rawda, Cartagena, Tripoli etc. etc, onde foram construídos milhares de unidades dos mais diversos portes, e para os mais diversos fins.


O Baghlal

O Dhow do Índico
Os navegadores árabes tinham já apreciáveis conhecimentos de astronomia,usando para medição da altura de um astro, um instrumento chamado KAMAL.

Navegador utilizando o KAMAL
Era uma espécie de tábua com um cordel no centro, sendo este dividido em marcações (nós)..Colocada de modo a que a parte inferior coincidisse com o horizonte, e a superior com o astro de que se pretendia medir «a altura», o numero de nós (dedos) (distância entre a tábua e o rosto do navegante) dava a latitude.
De qualquer modo no séc X os árabes teriam já saber para trabalhar com o compasso magnético e até com o astrolábio, conhecimento vindo dos contactos com os chineses.

Usando o Astrolábio
[1] Entre outros refere-se aqui o livro do arq Quirino da Fonseca «A Caravela Portuguesa, que estuda intensamente as embarcações árabes.
[2] Segundo Quirino da Fonseca in «Caravela Portuguesa»
[3] Ou coga
[4] Miguel de Rhodes serviu nos barcos venezianos entre 1401e 1445;Elaborou um extraordinário compêndio de 440 páginas, onde expôs conceitos de matemática indispensáveis á navegação, técnica de construção naval, e regras de navegação. Os seus escritos estabelecem os rumos entre os principais portos dói mediterrâneo ,explica técnicas de abatimento e maneiras de levar a embarcação ao rumo pretendido, e inclui tabelas de maré, correntes e ventos,para se navegar em segurança.
(cont)
sábado, 18 de julho de 2009
Muito embora não descurassem as embarcações para as trocas comerciais ,mais ou menos copiadas das fenícias , uns e outros procuraram através da construção das Galeras obter poderio Naval ,protegendo o comércio marítimo, mas também em atitude de domínio e expansão territorial.
As Galeras de três fiadas de remos a cada bordo (tri-remes ou trieras), deslocariam/admite-se) cerca de 22 toneladas, medindo entre 35 a 36 metros de comprimento e tendo uns 5 metros de boca (coef. 7,2).
Galera Grega
Deslocavam-se sob o impulso de 170 remos dispostos em três ordens. Os remadores colocavam-se num espaço interior sentados em bancadas, dispostos em três níveis diferentes. Admite-se que sob a batuta que fixava o ritmo dos remadores, atingidas as 40 remadas por minuto (durante curto espaço de tempo) poderiam atingir a velocidade de 10 nós. A velocidade de cruzeiro era de 4 a 5 nós..
Modelo de Galera O leme tinha duas portas do tipo espadela sendo a sua eficiência diminuta.
O casco alquebrava com facilidade (devido ao seu considerável comprimento),e o ataque(ao inimigo) era feito normalmente de proa, tentado perfurar a embarcação do adversário ,ao tempo em que lançavam frechadas, catapultando pedregulhos, e archotes incendiários ,na intenção de destruir o inimigo.
(Cont)





